terça-feira, 20 de novembro de 2012

O amor de Marie morreu enquanto faziam sexo



Lá vai outro pedaço, espero que alguem comente....



A garota esta obstinada a encontrar o padre, figura que se transformara em um alivio momentâneo para Marie. Com os pés velozes Marie evita obstáculos e com a mao empurra de forma violenta uma criança com seus setenta centímetros.
 O padre esta sob o sol com os olhos entreabertos evitando uma luz tão inconveniente como uma puta suja em jantar de uma familia cristã.
O corpo de marie havia consumido boa parte do oxigenio que agora faltava no discurso desesperado, emotivo e enlaçado com lagrimas.
 - Padre, pelo amor de Deus me ajude. Estão dizendo que Noel esta morto, mas ele não esta padre, não esta, tenho certeza. Peça a Deus, implore a Deus, diga a Deus que eu não mereço tal desgraça. EU NÃO MEREÇO. O que eu fiz? Que vida que ando tendo, sempre fui uma garota boa, nunca desejei nada a ninguem.
O padre ouvia atentamente demonstrando confusao em sua face.
De repente a atençao dos dois é  tomada pelo fuzuê de vozes, uma caravana de gente antecedida por um defunto.
Envolto por lençóis brancos, com uma das maos ao léo, segurado pelas duas mãos de um homem que vestia-se de preto. Noel sendo carregado na frente da multidão, como seguidora da desgraça atrás, todos presos por um drama mortifero.
Imagem que muito remetia ao sofrimento de Jesus Cristo. Porem Noel Bernard foi um homem por demais pecador e não contou com o perdao do fantasma da morte, fantasma esse que por vezes é muito injusto?!
Um homem, um lençol, uma desvirginada, uma vida inteira de mentiras, um fim invitável. A morte chegara definitivamente aquele corpo.
Os gritos eram estridentes, o povo estava inquieto. O barco estava agitado e descompassado, assim como o coraçao de Noel fora a vida inteira, nos seus ultimos momentos de lucidez a bomba sanguinea de Noel jorrava sangue que alimentava o vampiro faminto da morte, sangue esse que afogava qualquer sonho que Marie idealizou ao lado daquele homem.
- Olhem, pelo menos a morte foi poética, ela foi a ultima mulher dele. Ele morreu na cama com ela.
- Viúva negra. Sabia que essa menina era uma rameira.
diziam os populares

sexta-feira, 7 de setembro de 2012

Galera esse blog é pra vcs me ajudarem, eu to escrevendo um livro e a internet é um mundo sem limites, quem sabe eu compartilhar essa saga que é escrever qualquer coisa, as coisas se tornam mais fáceis!

O livro é sobre uma garota francesa que migra para América do norte, porem antes de chegar la muitas coisas vao acontecer sob um navio cheio de surpresas! ----------> isso mesmo nao desligue sua tv, pois a sessão da tarde vem aí, brinnnnks



Bem gente é sério, to na pagina 85 do livro e acabei de escrever uma passagem que gostei, vou compartilhar   com vcs e o que espero de vcs sao os comentários, façam por favor, nao importa se gostaram ou nao!



A garota se inclina, força seu peito contra o confessionário e penetra seus dedos por dentre os pequenos espaços da grade. Então a garota começa a gritar.
- Eu preciso de ajuda! Não de confusão, voce esta bagunçando com a minha mente. Olhe nos meus olhos e diga que essa não é a melhor saída para mim nesse momento. Eu quero ter ver porra! Voce e ninguém pode me impedir de fazer o que quero. Como posso acreditar em você se nem mesmo posso olhar em seus olhos?
- não tiro sua razão, o olho é a verdade da alma. Sua boca pode mentir, o seu sexo, os seus atos, Mas o olho, o olho não. Somos treinados inconscientemente durante a vida toda para detectar mentiras atravez da rotina.
- Padre até sua voz esta tremula, como se estivesse mentindo, hesitante. Diga em meus olhos que isso vai me levar para o inferno,por que isso sim eu temo demais. Diga que eu vou para o inferno olhando em meus olhos. Diga!
- Você não pode me ver, isso é um confessionário, são ordens do vaticano.
Repentinamente a garota se levanta e abre a cortina vermelha trazendo luz solar a cabine, seus olhos ornavam perfeitamente com o tom ensanguentado da cortina, a alma desesperada da garota estava flamejando prestes a fazer qualquer disparate repentino que a livrasse de culpa por alguns segundos. Ambos se olhavam nos olhos, ficaram assim por alguns segundos. O padre sentado a encarava sem reação, não havia nada para ser dito, uma combinação de muito desejo, proibição e culpa tornavam aquela moça o fruto proibido, suculento e pronto para ser mordido.
Limpando suas lagrimas a garota se senta do lado do padre, o espaço era apertado, mas os dois corpos de encaixam perfeitamente no assento, ela se inclina fecha cortina, olha para o lado, encara o padre e diz.
- Voce é bonito.
Seu Jacques quando jovem era realmente um homem muito atraente.
Os olhos ficam imóveis, o coração dispara e os hormônios decidem sair de seus esconderijos. A aproximação dos corpos é natural e espontânea, os lábios se tocam.O amor é comum e não pedi nada em troca, a não ser o prazer compartilhado, sensação nunca experimentada por nenhum dos dois. De repente, com percepção nenhuma do tempo, ela esta no colo do padre, o beijando como uma animal selvagem no cio. Os braços másculos do padre se transformam em um cinto que aperta a cintura da moça, as mãos dela se entrelaçam com o cabelo curto do padre. ele ensaia tirar  vestido dela, então ela fica de pé e tira o vestido, que fica no chão, um enfeite. O padre começa a sugar com a boca os peitos da moça, passando a mao por todo o seu colo e barriga que apresentava uma protuberância mínima. A garota inclinava a cabeça para traz, de olhos fechados sentia-se flutuando, lutando contra a gravidade sentia que suas asas batiam conforme seu coração controlava sua pulsação.




Valeu galera!